Contratar o desenvolvimento de um software sob medida pode parecer confuso para quem está dando os primeiros passos. Preço fixo? Hora técnica? Escopo fechado? Assinatura mensal?
A verdade é que existem vários modelos e cada um faz sentido para um tipo diferente de projeto, maturidade e necessidade. Entender como essas cobranças funcionam evita frustrações, retrabalho e a famosa sensação de “paguei caro e não recebi o que esperava”.
É o modelo mais intuitivo: o cliente descreve exatamente o que deseja, a empresa estima todas as telas, regras de negócio e integrações, e entrega um valor final e um prazo determinado. Quando funciona bem:
Riscos comuns: Quando o cliente não tem total clareza do que quer (o que é normal em inovação), qualquer ajuste vira um “aditivo de contrato”, e o projeto encarece e atrasa rapidamente. É por isso que esse modelo raramente funciona bem para softwares complexos ou inovadores.
Aqui, você paga pelo tempo real que os profissionais alocados dedicaram ao seu projeto geralmente envolve horas de desenvolvedores, designers, QA (testadores) e Gerentes de Projeto (PM). Quando funciona bem:
Vantagem: Você paga exatamente pelo que é produzido. Traz agilidade, pois evita a burocracia de renegociar contratos a cada pequena mudança de escopo.
Desafio: Exige uma boa gestão do lado da empresa contratada e acompanhamento próximo e transparente por parte do cliente.
A empresa monta um time multidisciplinar para trabalhar exclusivamente no seu produto, como se fosse sua equipe interna, mas com a vantagem de ter gestão técnica e senioridade garantidas pelo parceiro. Quando funciona bem:
Vantagens:
Esse é o modelo mais usado por empresas que encaram a tecnologia como estratégia central, e não apenas como uma tarefa pontual.
Muitas vezes chamado de “assinatura”, este modelo é usado quando o software já está em produção e o cliente deseja pagar mensalmente por manutenção (correção de bugs), suporte, monitoramento e melhorias incrementais. Ideal para:
Muitas empresas combinam este modelo com os anteriores. Por exemplo: desenvolvem o MVP com um Squad Dedicado e, após o lançamento, migram para um contrato de Sustentação.
A resposta mais honesta é: depende. O preço não é um “menu” fixo, pois é influenciado por fatores como:
Por isso, bons parceiros de tecnologia começam com uma imersão e um diagnóstico, não com uma “tabela de preços” pronta.
A Target Work trabalha com um modelo claro e eficiente para empresas que realmente precisam de um software funcionando, sem promessas vazias:
O foco é simples: entregar resultado de negócio, não apenas linhas de código. Quer entender quanto custaria o software que sua empresa precisa? Converse com a Target Work e receba um diagnóstico real, não um chute de planilha.
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