Contratar o desenvolvimento de um software sob medida pode parecer confuso para quem está dando os primeiros passos. Preço fixo? Hora técnica? Escopo fechado? Assinatura mensal?
A verdade é que existem vários modelos e cada um faz sentido para um tipo diferente de projeto, maturidade e necessidade. Entender como essas cobranças funcionam evita frustrações, retrabalho e a famosa sensação de “paguei caro e não recebi o que esperava”.
Preço fixo (Escopo Fechado)
É o modelo mais intuitivo: o cliente descreve exatamente o que deseja, a empresa estima todas as telas, regras de negócio e integrações, e entrega um valor final e um prazo determinado. Quando funciona bem:
- Projetos pequenos ou extremamente simples (MVPs de baixa complexidade).
- Escopo muito claro, documentado e difícil de mudar.
- Prazos curtos.
Riscos comuns: Quando o cliente não tem total clareza do que quer (o que é normal em inovação), qualquer ajuste vira um “aditivo de contrato”, e o projeto encarece e atrasa rapidamente. É por isso que esse modelo raramente funciona bem para softwares complexos ou inovadores.
Hora técnica (Time & Material)
Aqui, você paga pelo tempo real que os profissionais alocados dedicaram ao seu projeto geralmente envolve horas de desenvolvedores, designers, QA (testadores) e Gerentes de Projeto (PM). Quando funciona bem:
- Projetos que vão evoluir e mudar ao longo do caminho.
- Sistemas com funcionalidades novas e certo grau de imprevisibilidade.
- Empresas que querem flexibilidade para testar, refazer e ajustar a rota rapidamente.
Vantagem: Você paga exatamente pelo que é produzido. Traz agilidade, pois evita a burocracia de renegociar contratos a cada pequena mudança de escopo.
Desafio: Exige uma boa gestão do lado da empresa contratada e acompanhamento próximo e transparente por parte do cliente.
Contrato de alocação (Squad Dedicado)
A empresa monta um time multidisciplinar para trabalhar exclusivamente no seu produto, como se fosse sua equipe interna, mas com a vantagem de ter gestão técnica e senioridade garantidas pelo parceiro. Quando funciona bem:
- Softwares complexos, grandes ou de longo prazo.
- Empresas que querem manter um produto vivo e em constante evolução.
- Projetos que não têm equipe interna de tecnologia suficiente.
Vantagens:
- Alto ritmo de entrega e foco total.
- Time estável que conhece profundamente o negócio.
- Custo previsível mês a mês.
- Evolução contínua do produto.
Esse é o modelo mais usado por empresas que encaram a tecnologia como estratégia central, e não apenas como uma tarefa pontual.
Sustentação e Evolução Contínua (Pós-lançamento)
Muitas vezes chamado de “assinatura”, este modelo é usado quando o software já está em produção e o cliente deseja pagar mensalmente por manutenção (correção de bugs), suporte, monitoramento e melhorias incrementais. Ideal para:
- Projetos que não podem parar (missão crítica).
- Empresas que querem garantir atualizações regulares e segurança.
- Previsibilidade de custos operacionais (OPEX).
Muitas empresas combinam este modelo com os anteriores. Por exemplo: desenvolvem o MVP com um Squad Dedicado e, após o lançamento, migram para um contrato de Sustentação.
Mas afinal: quanto custa desenvolver um software?
A resposta mais honesta é: depende. O preço não é um “menu” fixo, pois é influenciado por fatores como:
- Complexidade das funcionalidades e regras de negócio.
- Quantidade e dificuldade das integrações com sistemas externos.
- Número de telas e fluxos de usuário.
- Necessidade de design customizado e experiência do usuário (UX).
- Exigência de segurança, compliance e LGPD.
- Senioridade e tamanho do time necessário.
- Velocidade esperada para a entrega.
Por isso, bons parceiros de tecnologia começam com uma imersão e um diagnóstico, não com uma “tabela de preços” pronta.
Como a Target Work cobra
A Target Work trabalha com um modelo claro e eficiente para empresas que realmente precisam de um software funcionando, sem promessas vazias:
- Diagnóstico e mapeamento real do problema: antes de falar em preço, investimos tempo para entender o que o software precisa resolver no seu negócio.
- Estimativa transparente: mostramos o esforço real estimado por área: design, desenvolvimento, QA, gestão e integrações.
- Cobrança alinhada à realidade do projeto: priorizamos modelos ágeis como Squad Dedicado ou Hora Técnica, evitando o escopo fechado tradicional que engessa a inovação e atrasa entregas.
- Relatórios e visibilidade total: você acompanha o uso das horas (burn-up/burn-down) e o andamento das etapas em tempo real, sem surpresas na fatura.
- Evolução contínua: quando o software entra em produção, oferecemos planos de sustentação para garantir que ele continue gerando valor.
O foco é simples: entregar resultado de negócio, não apenas linhas de código. Quer entender quanto custaria o software que sua empresa precisa? Converse com a Target Work e receba um diagnóstico real, não um chute de planilha.